quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Munique - Alemanha

Nossa viagem de Veneza para Munique seria de trem (porque eu queria fazer pelo menos um dos trajetos da nossa viagem de trem). Depois de todos os atrasos que tivemos com os vôos, imaginávamos que de trem não haveria nenhum problema, certo?

Errado.

Nós fomos para a estação de trem de Veneza (fica bem na cidade mesmo, em uma das principais áreas) umas duas horas antes do horário do trem partir porque já não tínhamos mais o que fazer na cidade, estava um frio de matar e lá pelo menos teríamos um lugar para sentar. Era por volta das 9h da noite e a cidade já estava muito vazia, às vezes parecia que só tínhamos nós na estação.

Quando por fim o trem chegou, nós entramos para deixar as malas.


Assim que entramos vimos as cabines com camas e logo ficamos empolgadas. "Urrul! Vamos poder dormir!"

Infelizmente, essas eram as cabines da primeira classe, e logo fomos mandadas para os fundos do trem.

Até então, tudo certo, a nossa cabine era grande também e tinha dois assentos que davam para três pessoas cada. Como só éramos nós duas, podíamos deitar confortavelmente.

Doce ilusão

Tudo estava indo às mil maravilhas... até vir um cara na nossa cabine pedir nossos bilhetes.

Tínhamos deitado há pouco tempo, estávamos felizes tirando nossos cochilos quando ele chegou para conferir os bilhetes, acordando a gente. Nós tínhamos comprado pela internet, e tinha custado 52€ para cada. Imprimimos os bilhetes como dizia no site, mas na hora o homem disse que nossos bilhetes não valiam nada porque não estavam com os códigos de barra e teríamos que pagar tudo de novo!

Não preciso dizer que entramos em pânico, né? O homem, italiano carrancudo, não aceitou de jeito nenhum, mesmo com a gente comprovando que tinha pago, que os bilhetes tinham os nossos nomes e o número da cabine. Ele disse que ou a gente pagava, ou íamos ter que descer na próxima estação. Vale lembrar que a essa altura nosso trem já tinha saído há um tempo e nós estávamos no meio do nada, em algum lugar congelado pela neve entre a Itália e a Áustria. 

Muito fulas da vida, pagamos de novo pelo bilhete. Teríamos que pagar 24€ para o italiano e quando chegasse na Austria pagaríamos os 28€ restantes para outra pessoa. Eles aceitavam cartão de crédito.

O cara finalmente deixou a gente em paz e saiu da cabine. Pelo menos agora poderíamos dormir, certo?

ERRADO.

Não deu nem meia hora e a cabine abriu de novo, dessa vez entrando uma família de 4, lotada de equipamento de esqui. Até hoje choro de rir da cara que a Yasmin fez quando viu que eles iam ficar na nossa cabine. Coitados, eles não tinham nada a ver com a confusão que deu com os nossos tickets, mas quando vimos aquele bando de gente com esquis, malas, e casacos gigantes e fomos obrigadas a nos espremer no cantinho do banco e colocar os pés em cima das malas para que eles pudessem sentar e colocar as coisas deles na cabine também, não tinha como ficar de bom humor. Ainda mais que a essa hora já devia ser umas 2 da manhã e a gente não tinha conseguido dormir.

Como se não fosse suficiente, tinha uma criança de uns 8 anos que resolveu DEITAR no banco para dormir, tornando o espaço ainda mais apertado.

Felizmente, eles desceram na Áustria e nós seguimos o resto da viagem sozinhas. 

Quando eles desceram, veio outro carinha conferir nossos bilhetes e nós explicamos a situação. Ele foi super fofo e disse que não tinha problema, que nosso bilhere VALIA SIM.

Ou seja, o italiano extorquiu a gente. -.-

Conseguimos dormir o restinho da viagem e chegamos em Munique cerca de 6h da manhã. 

A cidade estava coberta de neve e eu mal podia acreditar, eu nunca tinha visto neve na vida!

Nós fomos à Munique porque um amigo da Yasmin estava estudando lá e ele conseguiu que a gente ficasse em um quarto no alojamento da faculdade dele. Sairia muito mais em conta do que um albergue. Nós ficamos em um quarto imenso. Foi ótimo.

Como chegamos super cedo e estava todo mundo dormindo (e nós mesmas não tínhamos dormido quase nada), fomos dormir um pouco e esperar o resto acordar.

Quando acordamos, a neve estava caindo e eu fiquei completamente encantada!

Não dá para ver a neve aqui, mas o que conta é a intenção.

Aproveitamos que estávamos com tempo (íamos passar 6 noites em Munique) e fomos lavar nossas roupas (ficar um mês na Europa no inverno com uma mala de 23kgs não é nada fácil! Pelo menos não para as mulheres =P).

A lavanderia era enorme, e tinha lavadora e secadora.

 
Esperando a roupa terminar de lavar.

Como íamos ter que esperar um tempo até a secadora terminar de secar, fomos lá para a rua ver a neve.

Eu, comum modelito super chique e totalmente preparado para o tempo.



Mamãe, claro, adorou quando viu essas fotos e quase teve um piripaque "Você quer pegar pneumonia?!".

Imagine, senti muito menos frio aí do que com aquele vento gelado de Paris. 

Roupas cheirosas e sequinhas (e meias que ficaram no tamanho perfeito para um bebê de 6 meses), era hora de sair e conhecer a cidade!

Munique é uma graça, eu fiquei apaixonada pela Alemanha. 



Idade mental: 7 anos de idade.

Diferentemente do que eu ouvia falar deles, os alemães foram uns amores com a gente, super prestativos e educados. A comida lá é maravilhosa e muito barata. Comemos muito em uma padaria que tinha um restaurante self-service e até hoje fico com água na boca lembrando da comida de lá. E o prato saía entre 5€ e 6€.

Só não me pergunte o nome ou onde era porque isso eu não lembro mesmo.

De todos os lugares que fomos na Europa, Munique foi certamente o mais em conta. Em tudo: roupas, comida, passeios, festas...

Aliás, nós ficamos loucas com as lojinhas que tinham por lá, especialmente uma que tinha coisas de decoração, com cada coisa mais linda que a outra!


Agora, se tivemos um problema foi com a língua. Muita gente não fala inglês, então na maioria do tempo era na mímica mesmo. As ruas e as estações de metro têm nomes imensos, com 87 consoantes e três vogais. Tipo Pojjdjksjdqwpowpekodsxjoadkpd. O amigo da Yasmin mandou uma mensagem com o endereço do nosso alojamento (que ficava no meio de várias ruazinhas idênticas e eu me perdi algumas vezes), assim quando a gente precisava pegar um taxi, era só mostrar o nome no celular (porque se a gente não conseguia nem ler, imagina falar o nome...). No metro, nossa solução foi gravar as 3 primeiras letras da estação que tínhamos que descer. Funcionou.


Nós adoramos mesmos as lojas que encontramos por lá. Tinha uma que tinha até escorregador para ir para a ala infantil! E nós, claro, com 20 anos de idade e mentalidade de 7, descemos por lá.


Uma das noites fomos assistir a um jogo do Bayern de Munique. Não sou fã de futebol, mas foi bem divertido.

Estava nevando DEMAIS e eles não tampam o estádio, ou seja, os jogadores corriam de um lado para o outro no campo coberto de neve. E eles lá, tranquilaços de bermuda.



Nós estávamos congelando demais, e nos dez minutos que passamos no banheiro tentando esquentar os pés nos aquecedores que eles tem lá dentro, o Bayern fez 3 gols!


No final, o jogo foi 6 x 2 para o Bayern.

O estádio não estava lotado (é enorme), mas quando todo mundo saiu, ao mesmo tempo, e seguiu para o metro, foi uma multidão de gente!

Mas diferentemente daqui no Brasil, as pessoas foram super educadas e todo mundo respeitava a sua vez. 


O mais engraçado é que aqui no Brasil normalmente eu me sinto uma gigante com 1.71m. Lá na Alemanha, quando eu entrei no metro e fiquei espremida no vagão no meio daquele tanto de gente, me senti uma anã! Lá as pessoas são muito, muito altas. Homens e mulheres. Adorei isso.

Saímos muito à noite por lá, a cidade tem muitos estudantes e tem festa todos os dias. Umas melhores que as outras, as bebidas sempre com bons preços. O que mais bebíamos lá era Jagerbomb (Jagermeister com redbull). Aqui custa uma fortuna, lá era praticamente o preço de uma cerveja. 

Também fomos ao cinema um dia. Como lá é uma cidade de estudantes e tem muitos estrangeiros, eles tem sessões de filmes com o audio original em inglês e sem legenda (na Europa eles não usam legenda praticamente nunca, tudo é dublado). Achei o máximo isso. E a sessão estava super lotada!

Enfim, amei, amei, Munique e definitivamente quero voltar à Alemanha!

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Itália - Carnaval em Veneza

Nosso terceiro destino foi Veneza.

Mais um lugar super esperado por nós, acostumadas a ouvir maravilhosas histórias mirabolantes que se passavam por lá.

Se me pedissem para descrever a cidade em três palavras, acho que as melhores seriam: linda, pequena e cara.

Nosso vôo saiu de Roma e novamente fomos de Easyjet. Novamente, o vôo atrasou para caramba. Chegamos em Veneza bem no final da tarde, e foi então que descobrimos a burrice que fizemos em escolher passar duas noites na cidade.

Deixa eu explicar. Veneza é rodeada por água e possui as ruas mais estreitas que eu já vi, logo, não existem automóveis na cidade. O aeroporto leva as pessoas de ônibus até a entrada da cidade e a partir de então, é cada um por si. Eis que nós estávamos com duas malas cada (mais a mochila) e tivemos que rodar a cidade atrás do hotel.

Descobrimos que era do outro lado da ponte principal. Ah, as pontes. Ela não ajudam nem um pouco com as malas. Não tem como puxar as malas pois são todas as pontes são de degraus, ou seja, tem que carregar mesmo. Detalhe: o povo italiano não é um povo nem um pouco solidário. Os pouquíssimos que ofereceram alguma ajuda ou eram senhores de idade com as esposas, ou alguém pedindo dinheiro em troca.

Depois de muito sufoco conseguimos atravessar a ponte com as malas. Ao chegar lá: surpresa! Ali era apenas o lugar onde pegaríamos a chave do quarto, mas o nosso quarto (e hotel) ficava do outro lado da ponte e teríamos que andar mais um bom caminho (e passar por mais 3 pontes) para chegar.

Nem preciso dizer que quase choramos, né? E ainda teríamos que passar lá para entregar a chave de volta antes de ir embora!

Nós tínhamos nos organizado para passar o carnaval em Veneza, já que ele é super famoso. Era de se esperar que a pequenina cidade italiana estivesse entupida de gente.

E nós lá, tentando passar pela multidão com duas malas cada.

Nosso quarto do hostel parecia um antigo apartamento de vovó. Ficava em um prediozinho dentro de uma ruela e não tinha porteiro ou recepção (claro, já que tivemos que ir buscar a chave lá do outro lado da cidade). O quarto era bem simples, duas camas de solteiro e um banheiro, mas limpo. Esse foi o hostel mais caro que nós pagamos, 60 euros a primeira noite por pessoa e 50 a segunda. Como eu disse, Veneza é muito cara.

Entrada do nosso "Hostel"
Só fomos andar mesmo pela cidade no dia seguinte.



Eu nunca vi um lugar tão cheio na minha vida! (mentira, vi sim, a 25 de março no feriado da última vez que fui à São Paulo)

As ruas estavam tão lotadas que tinha sentido nas ruas, um lado ia e o outro voltava, porque só assim as pessoas conseguiam se locomover. Caos.


Se por um lado o carnaval fez a cidade ficar o caos que estava, também serviu para enfeitá-la. Podíamos encontrar as famosas máscaras em todos os cantos,  e tinham para todos os bolsos e gostos.



Eu comprei uma que cobria o rosto inteiro, pois achei linda (só que é bem chato de respirar com ela_.


Nosso objetivo principal era chegar à Piazza de San Marco, onde teoricamente estariam ocorrendo as festividades. Só que não conseguimos resistir e fomos parando pelo caminho para tirar fotos, entrar nas lojas (a cidade pode ser pequena, mas lá você encontrar todas as grandes marcas: Accessorize, Disney Store, Burbery, Gucci... sem contar na grande variedade de lojas de cosméticos!)  e nos encantar com a beleza de Veneza.


Uma das muitas pontes da cidade.
Reparem nos degraus e lembrem-se disso na hora de pensar nas malas que irão levar!
A Yasmin queria muito andar de gôndola, mas além de a cidade estar um inferno de cheia e os gondoleiros passarem gritando uns com os outros naquele espírito italiano que eu conheci na viagem, o passeio de menos de uma hora custava 100 euros. E, honestamente, acho que é um passeio para se fazer em uma viagem de casal, não de amigas pobres e mochileiras. hahaha

Mas a Yasmin até hoje não me perdoa de termos ido à Veneza e não termos andado de gôndola.



Enfim chegamos à Piazza de San Marco, que estava super lotada de gente, mas era bem legal, porque tinha um monte de gente fantasiada e crianças brincando. Apesar disso, não vi mais nada acontecendo por lá.









Nós estávamos doidas por uma fantasia dessas maravilhosas, com vestidos de princesas e prontas para ir em um baile de máscaras, mas infelizmente eles custavam milhares de euros e nossa felicidade foi por água abaixo. Os bailes de máscara também custavam o olho da cara, 350 euros o mais em conta que encontramos, então infelizmente também tivemos que cortar do nosso roteiro. :(

A Piazza de San Marco é famosa pelos seus pombos. Eu não sou muito fã de aves (ou bichos em geral), mas eu tinha que ir lá tentar...




Bem, ninguém pode dizer que eu não tentei! hahahaha

Nós demoramos um tempo até achar um restaurante para almoçar, e quando achamos, de novo, custava muito caro. Uma comida super simples e sem nada demais e a conta deu quase 30 euros por pessoa.

Passamos na Accessorize para eu comprar um protetor de orelhas porque eu estava congelando (e acabamos fazendo umas comprinhas a mais também porque a loja estava com 75% de desconto!).

Continuamos a andar pela cidade, dessa vez procurando lugares com menos gente. Só que realmente com o passar do dia as ruas vão esvaziando, e lá para as cinco da tarde já estava tudo bem tranquilo (acredito também ter sido assim por ser domingo, então acho que muita gente foi embora).




Voltamos para o hotel porque queríamos sair à noite. Só que ao sair na rua descobrimos que não existe noitada em Veneza. Bem, pelo menos não tinha no domingo de Carnaval. E mais: nem restaurante aberto tinha. 

Na frente do nosso hostel havia uma barraquinha que vendia umas bebidas e tinha uma sangria quentinha. Não resistimos (estava muito frio).


Estava uma delícia!

Lá nos informaram que a única coisa que estaria aberta a essa hora era o Hard Rock Café, que ficava na Piazza de San Marco.

Não era longe (nada em Veneza é longe), mas ficava a uns 20 minutos andando do hotel, e vai chegando a noite, as lojas fecham e ruas ficam completamente ermas. Ficamos com um pouco de medo e apertamos o passo.

Ao chegar na Piazza de San Marco, diferentemente de como ela estava pela manhã, a encontramos assim:


Sério, parecia que só tínhamos nós na cidade.

Encontramos uma pessoa por lá, que nos indicou onde era o Hard Rock.

Chegando lá, é claro, sendo o único lugar aberto, ele estava bem cheio. Era a final do SuperBowl (campeonato de futebol americano nos EUA) e se pagassemos 5 euros podíamos sentar em uma mesa e assistir o jogo. Pagamos e acabou que foi super divertido. Conhecemos um pessoal que sentou na nossa mesa e todo mundo riu, porque ninguém sabia absolutamente na-da sobre futebol americano, e só estavam ali mesmo porque queriam um lugar para sentar e comer.

No final eles deram uns papeis com perguntas para as meninas. Eu acabei ficando com dois porque a menina que estava na nossa mesa foi embora antes. Eu chutei a pergunta dela e acertei! Ganhei uma bola de futebol americano oficial da Wilson (problema: onde enfiar a bendita na mala? Nessa hora nem pensei nisso, estava super feliz, porque eu nunca ganho nada!). Para a minha pergunta e a da Yasmin, o cara da outra mesa procurou na internet pelo celular (raridade na época) e nos deu a resposta. Nós ganhamos o casaco de moletom mais gostoso do mundo! Gigante e quentinho!

Saímos de lá mega felizes.



Nossa felicidade não durou muito. Se as ruelas estavam vazias quando nós fomos, ao voltar estavam completamente abandonadas.

Até nós depararmos com um grupo de 5 romenos que começaram a nos seguir e tentar nos abordar. Dois deles seguraram a gente, mas nós conseguimos nos soltar e eu acho que eu nunca corri tanto na minha vida sem olhar para trás. Foi um susto enorme e eu não aconselho ninguém a vaguear pela cidade sozinho, principalmente à noite.

No dia seguinte tínhamos que devolver a chave do quarto, só que o nosso trem para Munique só sairia às 11 da noite (outra burrice, não tinha mais nada para a gente fazer em Veneza).

Mais uma vez lá fomos nós com a saga das malas.


Dessa vez apareceu um senhor que nos ajudou, a única boa alma que eu vi naquela cidade. O resto passava e não estava nem aí (ou estavam e não conseguiam entender porque uma pessoa precisava de duas malas - mas gente, nós passamos um mês, e eu sobrevivi com uma malinha de 23kgs e uma de mão!).

Raridade
Como não queríamos passar o dia inteiro carregando malas de um lado para o outro, deixamos as malas em um guarda-volumes dentro da estação (custou uns 15 euros).

Entregamos as chaves e aproveitamos para dar uma volta ali pelo outro lado da cidade, que é mais residencial.

Não demorou muito e já tínhamos rodado tuuuudo e tirado fotos e não tínhamos mais nada para fazer.

É sério, se um dia eu voltar à Veneza, é só para passar o dia. Um dia é mais do que o suficiente.




Ponte principal no grande canal



Deu 4 da tarde e não tínhamos mais nada mesmo para fazer, e o frio estava de matar, então entramos na única lan house da cidade para tentarmos falar com a família. Lembram que eu disse que Veneza é cara demais? Pagamos 18 euros cada uma para usar a internet por 2h30min (isso porque era preço especial para estudante!)! E nós não queríamos sair porque estávamos com medo de morrermos congeladas lá fora.

Lanchamos pela rua e fomos para a estação, onde pegaríamos o nosso trem.

Achávamos que finalmente tudo ia dar certo. Não tinha como nada dar errado no trem, né? Não é como em avião que tem problemas com atraso... ia dar tudo certo... né?

...

Ledo engano.

A história da nossa aventura para Munique no próximo relato! :D